Era uma noite como outra qualquer e quis o destino que duas sortes se esbarrassem. Logo aquele garoto que não acredita no destino. Tsc, tsc.
Mas o destino é assim: vive de montar e desmontar coisas. Como o conheço bem, posso até confidenciar que é o responsável por ninguém ter visto nada perfeito até hoje.
Explico. Em seu tempo livre, vai de encontro as coisas perfeitas – reparem que sabe exatamente onde cada uma delas está – e com toda sua elegante displicência usa uma lâmina cega para corrigir a perfeição. Algumas vezes já até o ajudei.
Dito isso, é importante observar que a falta de crença do garoto não mudou em nada o que aconteceu. Destino não depende disso para agir. Tudo que precisa é de duas partículas em movimento e de tempo.
Ambos tinham todo o tempo do mundo e naquela noite comum estavam em movimento. Então aconteceu. O garoto e o sol. Dali em diante, duas sortes seriam uma só.
Muito lindo. Sem mais.
po, massa, continue ai, sempre escrevendo. E eu continuarei lendo e comentando.
Parabéns mesmo.
Simplesmente Lindo!
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