Vez por outra, ainda me pego por tentar entender alguns fatos que acontecem por aí. Não que isso seja muito importante – nada mais natural quando se sente diferente dos demais. Por ora aprendi pouco e as poucas conclusões que tirei, compartilho no exato momento. Espero que lhe sirvam pra algum propósito.
O fato é que meu tempo por aqui é meio curto e acho que não vai dar pra entender tudo. O jeito então é usar as coisas sem saber realmente como funcionam. Assim como faz um pobre velhinho diante de um caixa eletrônico. As instruções meio que estão ali – ele apenas não as entende.
E o pior de tudo é que a idéia de usar as coisas sem saber realmente como funcionam acabou por me divertir mais do que agir seguindo os manuais. Qual era a graça mesmo em apertar um botão sabendo exatamente o que ia acontecer? Não, não. É tão mais legal apertar e ver no que dá hehe.
É claro que vez por outra, acabam acontecendo coisas indesejáveis e isso faz parte, ora não sabemos usar as coisas. O mais legal é que a constância dessas coisas esquisistas que teimavam em acontecer, fez com que eu me acostumasse. E pior ainda, como uma criança que encara seu novo brinquedo recém tirado da caixa, me sinto quando apresentado a uma dessas situações esquisitas. Passei a realmente me divertir.
Agora me tornei escravo das coincidências e dos botões desconhecidos. Não tem a menor graça apertar um botão se eu souber o que ele faz da mesma forma como não tem menor graça conhecer alguém em quem não tropecei totalmente por acaso…